24 de nov. de 2017

29 Historiadores lançam livro sobre História do Paraná com abordagem inovadora

O Paraná pelo caminho” reúne autores dos mais prestigiosos Institutos de Educação Superiores do Estado do Paraná. Ao contar com a participação de 29 pesquisadores/professores de diferentes Universidades do Estado, em sua grande maioria doutores em História, teve por objetivo divulgar ao público leitor uma obra diversificada, comprometida e inovadora na abordagem da História do Paraná. O lançamento da obra acontece neste sábado, dia 25 de novembro, no Bar do Alemão ( Largo da Ordem) a partir das 15h. O evento também comemora os 10 anos da Máquina de Escrever, editora responsável pela publicação deste título e muitos outros sobre patrimônio e história.

De forma gradativa, e, diga-se, cronológica, os autores buscaram retratar os diferentes períodos históricos para a História do Paraná, tentando dar maior visibilidade as recentes pesquisas desenvolvidas nos programas de pós-graduação em História espalhados pelo Estado, bem como contribuir para se pensar o Paraná por meio de um novo aporte teórico-metodológico.
Entretanto, ao longo do caminho, com a repercussão positiva e adesão dos pesquisadores, e assim com a constituição de um grupo diversificado de colaboradores o projeto foi ganhando corpo e outros contornos, permitindo novas possibilidades, e, acima de tudo, a preparação de uma só vez, dos três volumes.
Por meio de trajetórias, os textos que compõe a coleção contam as histórias de Paraná através de outros olhares, outras perspectivas, permitindo repensar sua História, formação, contextos, possibilidades. Os múltiplos personagens apresentados nos volumes constituem “trajetórias possíveis” no interior dos contextos em que viviam, percebendo a interação do sujeito com o meio, reconstruindo processos históricos nos quais tais sujeitos possuíam determinadas capacidades de ações, dimensionadas e restritas as dinâmicas às quais estavam inseridos.
Frente aos adjetivos acima indicados, a estrutura dos volumes foi estabelecida da seguinte forma: o primeiro volume intitulado “Imagens”, aborda reflexões sobre trajetórias de vida, circulação de livros, intelectuais, memória e a historiografia tradicional para a História do Paraná, bem como personagens importantes da arte, produção visual e cultura paranaense. O segundo volume volta-se as “Justiças”, reunindo textos a respeito de feitiçaria, homens de justiça, oportunidades na colônia brasileira, liberdade, abolição, transgressões, governo e negócios em um período inclusive anterior a emancipação política do Estado. Por sua vez, o terceiro volume versa sobre “Movimentos”, agrupando amplas temáticas, tais como: memórias e trajetórias de imigrantes, deslocamentos internos, ocupação da terra, trabalho, protagonismo público de mulheres, ações políticas e militância.

Portanto, pode-se notar que a coleção apresenta histórias de Paraná não se limitando na construção de uma identidade una para o Estado, mas, pelo contrário, indicando vários referenciais e dinâmicas que devem ser colocados em perspectivas na análise sobre a História do Paraná. Todavia, os textos aqui apresentados abordam alguns aspectos para essa análise, e temos ciência das muitas lacunas que a coleção deixou de contemplar.
Com o conhecimento de que as histórias de Paraná necessitam de maior visibilidade, discussão, metodologias para sua análise e novas abordagens, organizamos uma coletânea que abarcasse de forma ampla e plural diferentes momentos e personagens, “anônimos” ou reconhecidos no intuito de oportunizar novas formas de ver, pensar, conhecer e se identificar a região.
 Texto: Autores Hilton Costa, Jonas W. Pegoraro e Milton Stanczyk Filho 

Créditos da ilustração: Frede Tizzot
Assessoria de imprensa Máquina de Escrever: Ana Caldas

#maquinadeescrever #parana #historiadoparana #cultura 

31 de mar. de 2017

Projeto Capoeira Criança lança livroem escola da rede municipal de ensino

Um professor de educação física  e uma historiadora levaram a sensibilização do corpo e da mente através da capoeira para crianças de escolas municipais de Curitiba durante todo o ano de 2016. Rodrigo Fonseca é professor de educação fisica e arte educador e trabalha  há 15 anos no ensino da capoeira  que une movimento, música e ritmo. Por acreditar na capoeira para a formação cultural e emocional das crianças desenvolveu junto com sua companheira  Lilliany Rodriguez, um projeto que durante um ano levou a capoeira para três escolas do município, como atividade extra curricular, desenvolvida a partir de uma perspectiva pedagógica, em que as crianças ao adentrarem neste universo  com seus instrumentos, músicas, ritmos, símbolos e rituais são convidados a fortalecer suas potencialidades cognitivas, afetivas, sócio culturais e estéticas que influenciam na formação de suas identidades culturais. “Num momento em que a tecnologia fala mais alto, é preciso fazer com que as crianças reaprendam a brincar, respeitar e usar o corpo para que o mesmo traga mais saúde, concentração e principalmente o lúdico.  Sentir mais prazer brincando com o corpo do que dedilhando um tablet. Este é o principal objetivo”, explica Rodrigo.

Para contar sobre este trabalho aliado as pesquisas realizadas sobre a relação da capoeira e a criança, sua formação e desenvolvimento, os idealizadores do projeto lançam o livro CAPOEIRA CRIANÇA, que privilegia o registro das atividades e apresenta as múltiplas possibilidades da articulação entre  capoeira, arte e educação, na prática. Registros fotográficos, os desenhos feitos pelas crianças e relatos são parte do conteúdo deste livro.  Um dos objetivo é que a obra seja acessível também para as crianças.  O lançamento acontece no próximo sábado, dia 01 de abril, às 09h, no Centro Municipal de Educação Infantil Nelly Almeida, na Rua Dr. Reynaldo Machado, 291, Rebouças.  


Segundo os criadores do projeto, a capoeira não é praticada nas escolas municipais, com exceção de entradas de projetos como este.
“ Percebemos ao longo do ano que as crianças cresceram muito e aprenderam a cooperação e ter alegria brincando com o corpo!” O projeto aprovado pela Lei Municipal de Incentivo a Cultura e com patrocínio do Banco do Brasil, atendeu ao todo 100 crianças. Tanto a publicação do livro como a produção do projeto tem a contribuição da Editora e Gestora Cultural Máquina de Escrever.


Serviço:
Lançamento do Livro Capoeira Criança.
Dia 01/04, às 09h  no Cmei Nely Almeida 


18 de nov. de 2016

Projeto Capoeira Criança forma crianças da rede municipal de Curitiba e realiza batizado neste sábado

Um professor de educação física  e uma historiadora levaram a sensibilização do corpo e da mente através da capoeira para crianças de escolas municipais de Curitiba durante o ano de 2016. Rodrigo Fonseca é professor de educação fisica e arte educador e trabalha  há 15 anos trabalha no ensino da capoeira  que une movimento, música e ritmo. Por acreditar na capoeira para a formação cultural e emocional das crianças desenvolveu junto com sua companheira  Lilliany Rodriguez, um projeto que durante um ano levou a capoeira para três escolas do município, como atividade extra curricular, desenvolvida a partir de uma perspectiva pedagógica, em que as crianças ao adentrarem neste universo  com seus instrumentos, músicas, ritmos, símbolos e rituais são convidados a fortalecer suas potencialidades cognitivas, afetivas, sócio culturais e estéticas que influenciam na formação de suas identidades culturais. Neste sábado, como conclusão do projeto, a primeira turma será batizada, com a participação dos pais que também entrarão na roda da capoeira.

“Num momento em que a tecnologia fala mais alto, é preciso fazer com que as crianças reaprendam a brincar, respeitar e usar o corpo para que o mesmo traga mais saúde, concentração e principalmente o lúdico.  Sentir mais prazer brincando com o corpo do que dedilhando um tablet. Este é o principal objetivo”, explica Rodrigo.

Segundo os criadores do projeto, a capoeira não é praticada nas escolas municipais, com exceção de entradas de projetos como este.
“ Percebemos ao longo do ano que as crianças cresceram muito e aprenderam a cooperação e ter alegria brincando com o corpo!” O projeto aprovado pela Lei Municipal de Incentivo a Cultura e com patrocínio do Banco do Brasil, atendeu ao todo 100 crianças. O primeiro batizado acontece no Centro Municipal de Educação Infantil Nice Braga, neste sábado, 19, às 10h da manhã. E a segunda turma será batizada no dia 03 de dezembro no Centro Municipal de Educação Infantil Escola Nely Almeida, no mesmo horário. Nos dois momentos haverá uma exposição dos fotos com o percurso das crianças no ano de 2016.

Como continuidade do projeto, há a previsão do lançamento de um livro com relatos desta experiência e fotos das práticas feitas pelas crianças. Tanto a publicação do livro como a produção do projeto tem a contribuição da Editora e Gestora Cultural Máquina de Escrever.


Serviço:
Dia 19/11 às 10 horas  no Cmei Nice Braga
R. Bocaiúva, 351 - Santa Quiteria, 



Dia 03/12 no Cmei Nely Almeida. 
Rua Dr. Reynaldo Machado, 291 - Rebouças

Rodrigo: (realizador do projeto) 96230905.

Assessoria de imprensa: (41)98618568

20 de jun. de 2016

Artistas curitibanos desocupam o IPHAN e continuam movimento Cultura Resiste‏

Curitiba foi a primeira cidade a realizar uma ocupação cultural  contra a extinção do Ministério da Cultura,  medida tomada pelo presidente interino, e também  contra o golpe a democracia. Neste domingo, 19 de junho, em assembleia os artistas organizadores da Ocupação decidiram pelo encerramento das atividades, compreendendo que o momento é de reforçar a luta na rua junto a outros movimentos.

Nos últimos dias, compreendendo o inevitável isolacionismo espacial e político da ocupação, entendendo que esta é uma ação tática e não uma conquista de terreno, e acima de tudo, tensionados pela necessidade de construção de outras ações, o Movimento Cultura Resiste optou por concentrar seus esforços na articulação de novas frentes e na construção de novas ações táticas, portanto, nos retirando da Ocupação do IPHAN Curitiba, mas seguindo como um ponto de articulação, uma vez que a própria Superintedência já colocou o espaço à disposição para outras atividades artística-política-culturais, ou seja, a gente sai mas deixa a porta aberta para a sociedade usufruir  e ocupar a programação deste local. Ao mesmo tempo nos solidarizamos à luta contra a recém criada Secretaria Especial de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SEPHAN) do MinC e defendemos a autonomia do IPHAN no que tange as Políticas de, para e com os bens materiais e imateriais da nação.

Confira abaixo a nota na íntegra: 

AOS FAZEDORXS DAS CULTURAS E ARTES

Pouco mais de um mês após ocuparmos a sede do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) em Curitiba, espaço até então pouco conhecido pela maioria da população, podemos afirmar seguramente que a resistência das Culturas e Artes surpreendeu o golpe, as esquerdas e o próprio campo da imaginação. A ação proposta e materializada pelo Movimento Cultura Resiste contribuiu para o despertar dxs fazedorxs rumo à ação, ocupando espaços do Ministério da Cultura (MinC) por todo país com formação política, atuação contínua e criação de espaços de síntese.

O Movimento nasceu ainda no governo Dilma, quando em razão da Reforma Ministerial, o mesmo sinalizou a extinção do MinC, agregando diferentes agentes artístico-político- culturais dispostxs à defesa das Políticas Culturais. Quando Michel Temer tomou o poder por assalto, o Movimento articulou uma ação tática imediata em resposta ao já anunciado fim do MinC e aos outros retrocessos postos na agenda do golpe. Ocupamos em apenas sete, mas dentro de algumas horas fazedorxs das Culturas e Artes de Curitiba aderiram à ocupação e logo se integraram à construção coletiva, plural e democrática de resistência. Dentro de poucos dias, dezenas de outras ocupações se espalharam por todos os cantos do país fazendo o governo recuar da extinção do Ministério.  

A ocupação do IPHAN em Curitiba tornou-se espaço de referência na resistência da diversidade, agregou as mais diversas pautas, contribuiu nas diferentes lutas e articulou com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e demais organizações dispostas a unidade de luta contra o golpe. Desde o início temos clareza absoluta de que a ocupação nada mais é que uma das ações táticas de resistência à ofensiva reacionária, valendo-se da organização do campo da imaginação, mas com amplitude para articulação de demais espaços de atuação militante. A dinâmica diária da ocupação consome energia, organização e tempo da nossa militância, e enquanto o espaço irradiava lutas, agregava uma base plural e servia de formação política contínua, o movimento girou quase todos os seus esforços para o fortalecimento da estrutura da ocupação. Nos últimos dias, compreendendo o inevitável isolacionismo espacial e político da ocupação, entendendo que esta é uma ação tática e não uma conquista de terreno, e acima de tudo, tensionados pela necessidade de construção de outras ações, o Movimento Cultura Resiste optou por concentrar seus esforços na articulação de novas frentes e na construção de novas ações táticas, portanto, nos retirando da Ocupação do IPHAN Curitiba, mas seguindo como um ponto de articulação, uma vez que a própria Superintendência já colocou o espaço à disposição para outras atividades artística-política-culturais, ou seja, a gente sai mas deixa a porta aberta para a sociedade usufruir  e ocupar a programação deste local. Ao mesmo tempo nos solidarizamos à luta contra a recém criada Secretaria Especial de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SEPHAN) do MinC e defendemos a autonomia do IPHAN no que tange as Políticas de, para e com os bens materiais e imateriais da nação.

Por questões de segurança, não revelaremos os próximos passos do Movimento, mas temos certeza que a ampliação da luta é tarefa central e imediata, e por isso sabemos que os demais setores que constroem a ocupação entenderão nossa posição. O imobilismo não pode derrubar um acúmulo tão poderoso construído no último período. Estamos do mesmo lado, pois somos aquelxs que nunca escolheram o caminho fácil da história, mas neste momento é tempo de ação imediata para reconstruir nossa capacidade de intervenção na realidade.

Movimento Cultura Resiste
20 de junho de 2016.

24 de mai. de 2016

Pauta: Visita guiada conta a história de bares e restaurantes da Curitiba dos anos 50 e 60

A exposição “Entre mesas e balcões: restaurantes e bares de Curitiba nas décadas de 1950 e 1960”, acontece desde o  dia 18 de dezembro de 2015, na Casa Romário Martins e nesta sexta, dia 27 de maio, terá uma visita guiada com a participação da curadora. Andando com os visitantes da exposição, a curadora, socióloga e doutora em História, Maria Do Carmo Marcondes Brandão Rolim, irá contar a história da pesquisa que originou a exposição bem como curiosidades sobre o tema. Trazer à tona a memória curitibana dos restaurantes e bares é um convite a sentar novamente em suas mesas e balcões, e saborear suas histórias. Registros fotográficos, noticias de jornais da época, acervos pessoais de proprietários e frequentadores fazem parte do acervo que poderá ser visto até junho de 2016.

Tendo como ponto de partida a tese de doutorado em História de Maria do Carmo Marcondes Brandão Rolim, Gosto, Prazer e Sociabilidade: bares e restaurantes de Curitiba, orientada pelo professor Dr. Carlos Roberto Antunes dos Santos, o que se vê na exposição é a  história dos estabelecimentos mais prestigiados no período das décadas de 1950 a 1960,  identificando as especialidades da casa, cardápios, pratos preferidos pela clientela, ingredientes e condimentos utilizados no preparo das comidas, receitas concebidas, louçaria, ambiente e características do espaço físico.

Entre os lugares pesquisados estão o Bar Palácio, o Restaurante Duque de Caxias, Restaurante Rio Branco, Ile de France, Bar Stuart, Churrascaria Cruzeiro, Bar Triângulo, Bar Mignon, Caça e Pesca, Bar Palácio, Bar Paraná, Restaurante Embaixador, Restaurante Zacarias, Restaurante Gruta Azul, Cascatinha, Iguaçu, Madalosso, Buraco do Tatu, Cinelândia da Ermelino, Cinelândia da Barão, Lá no Pasquale, Bar Cometa, Confeitaria Iguaçu, Vagão do Armistício, Restaurante Colibri, entre outros.
A exposição conta com a produção e assessoria da Máquina de Escrever Editora e Gestora Cultural, que é especializada em pesquisas , livros e eventos voltados para história e patrimônio.

Seminário Internacional de Patrimônio Alimental e Cultural


Como parte do projeto de divulgação da pesquisa que deu origem a exposição, a curadora  Maria Do Carmo Marcondes Brandão Rolim, participa com a visita guiada da programação do  Seminário Internacional de Patrimônio Alimentar e Cultural que ocorrerá nos dias 30 e 31 de maio na PUCPR, no auditório Thomas Morus (bloco amarelo - 2. andar). A visita guiada acontece no  dia 31, as 14 horas, na Casa Romário Martins.

Assessoria de imprensa - Ana Caldas (41) 98618568
Produção: Máquina de Escrever 

4 de abr. de 2016

Cadernos de Receitas antigas de Curitiba viram pesquisa e livro.

A história da alimentação da Curitiba de 1900 a 1950 é o percurso que o livro “Doces lembranças: caderno de receitas e comensalidade”, percorre  abordando por meio de cadernos de receitas antigos,  os  fatos históricos, analises sociológicas e principalmente memória dos hábitos e costumes desta época.  De autoria da socióloga e doutora em história da alimentação, Solange Menezes da Silva Demeterco, a obra será lançada no próximo dia 09 de abril na Casa Heitor, às 16h. 
Resultado da dissertação de mestrado da autora, a obra parte fundamentalmente da análise de cadernos de receitas buscando retratar o universo criativo da culinária, o gosto e prazer.  Por meio de relatos de mulheres curitibanas e  dos cadernos guardados das avós, mães,  Solange descobriu muito mais do que receitas, mas também histórias de vida e afirmação de identidades. As receitas dos cadernos antigos foram reproduzidas e fotografadas exclusivamente para o livro. (fotos em anexo)

A Curitiba da época de 1900 a 1950 se caracteriza e isso é demonstrado na pesquisa, pelo momento em que a imigração estrangeira já está consolidada na região e de algumas etnias já terem a sua segunda ou terceira geração integrada à economia e sociedades curitibanas. Mais próximo de 1950, outros fatos históricos influenciam os hábitos alimentares  como  o boom do café no norte do estado e a crescente urbanização.  Outro  dado significativo é a incorporação nos lares de novos equipamentos, como fogão, refrigeradores, batedeiras, liquidificadores, alterando significativamente a seleção e a forma de preparar os alimentos.
A autora relaciona as receitas com as histórias, pesquisas e fontes que retratam em especial as relações nas famílias e no cotidiano dentro das casas curitibanas. Como os saberes culinários eram transmitidos de geração para geração, como se preservavam os segredos culinários, de que forma as receitas e comidas influenciavam no cotidiano, foram algumas das perguntas feitas e respondidas nesta obra.
Doces lembranças: caderno de receitas e comensalidade tem incentivo da Lei Municipal de Cultura, patrocínio Hotel Devile e Banco do Brasil e  publicação pela Maquina de Escrever Editora e Gestora Cultural. O livro estará à venda nas Livrarias Curitiba, a 80 reais.

Serviço


Lançamento “Doces Lembranças: caderno de receitas e comensalidade ( Curitiba 1.900-1950), de Solange Menezes da Silva Demeterco
Dia 09 de abril às 16h
Casa Heitor – Rua Marechal Floriano Peixoto, 458 – Centro – Curitiba

Assessoria de imprensa – Ana Carolina Caldas (41)98618568
Créditos Fotografia: Konrahd Karam



12 de mar. de 2016

PAUTA: Público vai escolher quanto paga em peças no Fringe do Festival de Curitiba

A produtora carioca  Quebra Perna Produções, formada através de uma iniciativa colaborativa, traz para Curitiba 36 trabalhos teatrais de diferentes companhias independentes do Rio de Janeiro. Além dos espetáculos, chegam com uma nova proposta para o Festival de Curitiba: quem decide o valor dos ingressos é o público.

A iniciativa que começou através da necessidade de suporte à produções sem patrocínio, conta com o Movimento dos Sem Ingresso, para distribuir arte e cultura para todos. Para a produtora, esta é uma forma de democratizar o acesso e também contribuir para formação de plateias, que darão sua opinião crítica, escolhendo o valor do ingresso. As peças são gratuitas e a colaboração do ingresso é feita através do recolhimento por chapéu no final de cada espetáculo.

 Fazem parte desta iniciativa as Mostras Especiais do Intercambio Fitu – Festival Integrado de Teatro da Unirio que acontece no TEUNI – e a Mostra de Cenas Autorais e Independentes, esta que estará no Teatro Novelas Curitibanas. Ambos realizados sem patrocínios, com a premissa de valorização do trabalho do artista e projetos universitários que rompem a barreira do acadêmico, viabilizando a difusão da arte.

Os trabalhos ficarão em cartaz em diferentes pontos da cidade entre os dias 23 e 28 de março, abrindo  com “Dois perdidos numa noite suja” do grande autor brasileiro, Plínio Marcos, que completaria 81 anos em 2016. O espetáculo acontece no TUC, no dia 23, às 19 horas. Para saber mais informações a respeito das outras peças visite a página da produtora no facebook ou no site www.quebraperna.com. 



Informações assessoria de imprensa: Ana Caldas

19 de fev. de 2016

LANÇAMENTO: Historiador lança livro sobre a história do Hospício Nossa Senhora da Luz, em Curitiba.

Inaugurado em 1903, na região do Ahú, em Curitiba, o Hospício Nossa Senhora da Luz surge como um local para abrigar os alienados mentais na cidade e pode ser considerado a primeira instituição psiquiátrica do estado. Até então os indivíduos considerados “loucos”, “permaneciam trancados nas casas de familiares”, perambulavam livremente pelas ruas ou eram levados para as poucas celas especiais que havia na Santa Casa de Misericórdia ou eram enviados para Cadeia Civil de Curitiba, sendo encerrados com bêbados, desordeiros, prostitutas, etc.  Esta história é contada no livro Um Jardim Patológico que será lançado no próximo dia 27 de fevereiro, às 14 hrs no auditório do Museu Paranaense. O evento contará com uma palestra do autor, professor e doutor em História Maurício Ouyama, com a participação da professora e doutora em História Yonissa Marmitt Wadi.

 Com o surgimento do Hospital Nossa Senhora da Luz, a loucura passa a ser caracterizada então como “doença especial”. O autor procurou analisar a implantação das práticas hospitalares de internamento dos loucos realizadas em Curitiba a partir do surgimento do Hospício Nossa Senhora da Luz, abordando não apenas as técnicas que ocorreram em Curitiba, mas o espaço e o momento histórico em que se desenvolveram estas prática.
O objetivo central desta obra é situar as relações com a constituição do saber psiquiátrico no Paraná entre o final do século XIX e o início do século XX, através da pesquisa com foco em um significativo acervo documental e iconográfico que não foi analisado na pesquisa de doutorado.


O autor conta que “investigando a história da primeira instituição psiquiátrica do Paraná, foi possível entender este cenário dentro de uma trama mais ampla de relação de poderes.” Mauricio mapeou esta história com  um extenso corpo documental como teses de medicina, arquivos hospitalares, textos médicos, revistas científicas, relatórios administrativos. E por isso, considera que “ao analisar um microcosmo hospitalar e as práticas e discursos sobre a Loucura neste período histórico, contribui para a consolidar pesquisas interdisciplinares sobre a Loucura e sobre as instituições psiquiátricas no âmbito das Ciências Humanas.”

O livro, adaptação da tese do Maurício Ouyama ao curso de Pós Graduação em História pela Universidade Federal do Paraná, é o resultado de um projeto cultural viabilizado pelo Programa de Apoio e Incentivo a Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, incentivado pela CAIXA, e realizado  pela Editora Máquina de Escrever, especializada em projetos e publicações que abordam história e patrimônio cultural de Curitiba.








SERVIÇO
Lançamento “Um Jardim Patológico”, obra de Mauricio Ouyama
Data: 27 de fevereiro
Local: Auditório do Museu Paranaense – Rua Kellers, 289 São Francisco
Horário: 14 hrs
Onde encontrar o livro: Livrarias Curitiba
Preço: R$ 100,00
No evento, o livro será vendido pela metade do preço.


Assessoria de imprensa: Ana Carolina Caldas
Fotos: Rodrigo Bichara

16 de dez. de 2015

Exposição conta a história de bares e restaurantes da Curitiba dos anos 50 e 60

A exposição “Entre mesas e balcões: restaurantes e bares de Curitiba nas décadas de 1950 e 1960”, será aberta ao público a partir do dia 18 de dezembro de 2015, na Casa Romário Martins. O lançamento oficial acontece às 11hrs.

Resultante de pesquisa realizada pela professora Dra. Maria do Carmo Marcondes Brandão Rolim, a exposição que é também se sua autoria,  conta a história de lugares tradicionais de Curitiba, como o Bar Palácio, o Restaurante Duque de Caxias, Restaurante Rio Branco, Ile de France, Bar Stuart, Churrascaria Cruzeiro, Bar Triângulo, Bar Mignon, Caça e Pesca, Bar Palácio, Bar Paraná, Restaurante Embaixador, Restaurante Zacarias, Restaurante Gruta Azul, Cascatinha, Iguaçu, Madalosso, Buraco do Tatu, Cinelândia da Ermelino, Cinelândia da Barão, Lá no Pasquale, Bar Cometa, Confeitaria Iguaçu, Vagão do Armistício, Restaurante Colibri, entre outros.

Trazer à tona a memória curitibana dos restaurantes e bares é um convite a sentar novamente em suas mesas e balcões, e saborear suas histórias. Registros fotográficos, noticias de jornais da época, acervos pessoais de proprietários e frequentadores fazem parte do acervo que poderá ser visto até junho de 2016.

Tendo como ponto de partida a tese de doutorado em História de Maria do Carmo Marcondes Brandão Rolim, Gosto, Prazer e Sociabilidade: bares e restaurantes de Curitiba, orientada pelo professor Dr. Carlos Roberto Antunes dos Santos, a história contada na exposição apresenta a história dos estabelecimentos mais prestigiados no período das décadas de 1950 a 1960, identificando as especialidades da casa, cardápios, pratos preferidos pela clientela, ingredientes e condimentos utilizados no prepara das comidas, receitas concebidas, louçaria, ambiente e características do espaço físico. 




Assessoria de imprensa - Ana Caldas
Produção: Máquina de Escrever 




21 de set. de 2015

Livro “Sobre Viver” é lição de vida sobre superação de um câncer de mama


Um relato e uma lição de vida sobre superação e de como enfrentar o que poderia ser o fim, como um recomeço. A nutricionista Adriana Zadrozny empresta sua vivência em relação ao câncer de mama e a transforma em um livro intenso, emocionante e inspirador. Sobre Viver será lançado no dia 08 de outubro, no Le Mundi Café e contará também com um pré lançamento de um número limitado de exemplares no dia 04 de outubro , na caminhada contra o câncer de mama em São José dos Pinhais. As datas foram escolhidas para fortalecer as atividades do Outubro Rosa.

Há cinco anos descobri que tinha um câncer de mama, na época inoperável. Eu tinha acabado de ser mãe novamente, então tinha um bebê (a quem ainda amamentava) e um garoto entrando na adolescência quando aconteceu. Decidi não me acomodar no processo e lutei de todas as formas que pude. Como nutricionista, modifiquei meu estilo de vida, me mantive otimista e nunca perdi a fé. Ao longo de todo esse processo, escrevi vários relatos a respeito do que acontecia comigo, em minha vida, minhas reflexões e aprendizado com a imposição de uma doença tão dura. Todas as fases estão relatadas... a descoberta, a perda dos cabelos, o balanço, a mastectomia, o pós câncer. A convivência com os amigos, o término de meu casamento, as alegrias da maternidade e as descobertas como ser humano também estão lá...”  

Todos os registros, que tinham como objetivo inicial um presente a ser deixado aos dois filhos, fazem parte de madrugadas e dias de reflexão que se transformaram em um diário. A autora optou em manter neste  formato do diário  para que nenhum sentimento fosse perdido e então mantida a proporção real da sua caminhada.

Com ilustrações de artistas voluntários e que apoiaram a ideia, Adriana vai sendo retratada no decorrer do livro, expressando suas fases e superações.








Uma obra que mescla conselhos, reflexões, informações científicas aprendidas durante o tratamento e também tiradas bem humoradas da autora que tem esta como uma das marcas aprendidas em sua  trajetória. Do primeiro dia, ao receber a notícia e então mãe de um menino de 11 meses e outro filho adolescente, até o ultimo dia deste relato ao completar  um ano, a obra surpreende  com um intervalo de quatro anos após a cura, quando Adriana retorna escrevendo sobre a recuperação e as lições aprendidas. O livro é um lançamento da Maquina de Escrever Editora e Gestora Cultural e é resultado de captação de recursos via campanha de crowdfunding.

Atualmente Adriana é professora do curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná, assim como da FAPAR (Faculdade Paranaense). Como nutricionista, tem se dedicado a estudos sobre o impacto da alimentação e do estilo de vida saudável na prevenção e tratamento do câncer, e presta atendimento e consultoria na área. Tem feito incursões na área das palavras, e alimenta sua fanpage Ideias de Pandora com reflexões sobre a vida bem vivida.






Serviço

Lançamento do Livro Sobre Viver, de Adriana Zadrozny
Dia 08 de outubro  
Le Mundi Livroteca  Café Terapêutico 041 3092-2733
Horário: a partir das 18h30

Assessoria de imprensa: Ana Carolina Caldas 


13 de ago. de 2015

Espetáculo Paranã inicia leituras públicas aos domingos com artistas convidados




Paranã estreou dia 06 de agosto no Teatro Novelas Curitibanas e vai até dia 06 de setembro, de quinta a domingo. A peça traz textos inéditos para o teatro dos autores Dalton Trevisan, Domingos Pellegrini e Wilson Bueno, encenados pelas atrizes Silvia Monteiro, Nena Inoue e o atores Ricardo Nolasco e Rafael Camargo. “Dois Velhinhos”, “Ipês” e o “Grande Circo de Cavalinhos”, entre outros mini contos de Dalton Trevisan, “Mar Paraguayo” de Wilson Bueno e “O Encalhe dos 300”, de Domingos Pellegrini, estão em cenas independentes  que conversam entre si no palco, com a direção de  Nadja Naira, Rafael Camargo e Nena Inoue.  


Como parte do projeto que tem por objetivo unir literatura e teatro paranaenses, a partir deste domingo, 16, a convite da produção de  Paranã, outros   artistas da cidade realizarão leituras de diferentes textos de autores paranaenses como Manoel Carlos Karam, do contemporâneo Luiz Felipe Leprevost e também dos já encenados no espetáculo, como  Dalton Trevisan  e Wilson Bueno. No primeiro domingo, a atriz Michelle Pucci inicia os encontros com a leitura dos textos de Manoel Carlos Karam, autor que foi tema de seu trabalho final do curso de Letras. Michelle, além de atriz e cantora, é recém formada em Letras pela Universidade Federal do Paraná 




Confira os nomes dos Encontros Paranãenses





ENCONTROS PARANÃENSES

Leituras/apresentações de textos de autores paranaenses



16 de Agosto às 16h

Textos de MANOEL CARLOS KARAM
Com Michelle Pucci
Direção: Nadja Naira 



23 de agosto às 16h
PINHEIROS E PRECIPÍCIOS
Dramaturgia de Francisco Mallmann a partir das obras “Boleros Bar” e “Mano, a Noite Está Velha” de WILSON BUENO
Com Claudete Pereira Jorge, Pedro Inoue, Simone Magalhães e Stéfano Belo

Direção: Ricardo Nolasco  



30 de agosto às 16h
Textos de LUIZ FELIPE LEPREVOST
Com Luiz Felipe Leprevost
Direção: Rafael Camargo



06 de setembro às 16h
DALTON TREVISAN
Contos "Debaixo da Ponte Preta",  "Boa Noite, Senhor",  "A Polaquinha", "O Senhor, meu marido"
Com  Cassia Damasceno, Kauê Persona, Leonarda Gluck e Pedro Inoue.
Direção: Nena Inoue







Serviço



Encontros Paranãenses

Teatro Novelas Curitibanas - Rua Pres. Carlos Cavalcanti 1222, Sao Francisco.

INFORMAÇÕES: (41) 96115910 / facebook.com/espacocenicocuritiba

ENTRADA FRANCA. TODOS OS DOMINGOS, 16h (sujeito à lotação)



Espetáculo Paranã
Teatro Novelas Curitibanas
de quinta a domingo, às 20h
do dia 06 de agosto a 06 de setembro




Assessoria de imprensa - Ana Caldas (41)88828580
Fotos Michele Pucci- Maringas Maciel